O Peixe foi até Bragança Paulista e, após estar perdendo por 2 a 0, acabou empatando em 2 a 2 e saiu do G-4. O Santos fez um primeiro tempo muito ruim. Sem criatividade e com distância entre o meio de campo e Kléber Pereira, foi presa fácil para o time do interior, que é limitadíssimo.
Aos 22 minutos da primeira etapa, a equipe perdeu Kléber Pereira, que saiu com problemas musculares e desfalcará o Alvinegro no mínimo no clássico de domingo, na Vila Belmiro.
Na segunda etapa, uma equipe diferente, ousada e desesperada com o resultado, que se lançou freneticamente ao ataque e, às vezes, desordenadamente chegou ao empate com gols de Rodrigo Souto e Molina. Se o meia Robson não tivesse tão mal técnica e fisicamente, o resultado poderia ter sido melhor e a virada aconteceria.
Como disse anteriormente, só poderemos cobrar o treinador no final de Março, pois ainda não conseguiu dar padrão ao time. Aliás, o time da Vila não tem conjunto e só vai conquistá-lo no decorrer das próximas rodadas.
Que venha o São Paulo na Vila e que o Peixe mostre o mesmo poder de superação demonstrado no segundo tempo contra o Bragantino.
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Apesar de estar na décima rodada, os times do interior não estão fazendo frente para ninguém e uma polarização pela última vaga entre os times que brigarão pelo título é inevitável. Na minha opinião, pela qualidade técnica e a diferença de pontos em relação aos demais, o Trio de Ferro (Palmeiras, São Paulo e Corinthians) vai classificar-se com facilidade para a fase decisiva.
Trabalhei em Mogi no jogo entre Lusa e Mogi Mirim, e disse isso ao técnico da equipe rubro-verde, Mário Sérgio, que concordou comigo sobre esta disputa entre o time da Baixada e a agremiação da colônia. Na penúltima rodada, Santos e Portuguesa se enfrentam na Vila Belmiro (31/3). A favor do Peixe, o fator campo. A favor da Lusa é que ela já enfrentou Palmeiras, São Paulo e Corinthians, enquanto o Peixe vai apenas para o segundo clássico neste domingo. Um dos dois fica fora das semifinais.