Earnhardt aponta ben — Se tem alguém no mundo do automobilismo americano que sabe distinguir movimento de marketing de mudança de verdade, esse alguém é Dale Earnhardt Jr. O filho da lenda Dale Earnhardt, bicampeão da Copa NASCAR e hoje um dos rostos mais respeitados da mídia esportiva americana, usou o seu programa para dar uma opinião que muita gente estava pensando mas poucos tinham coragem de dizer em voz alta: a grande jogada na recente reorganização executiva da NASCAR não foi a saída de Steve Phelps da presidência, mas sim a ascensão de Ben Kennedy a uma posição de comando real dentro da organização. Direto ao ponto, como é o estilo de Junior.
Neste artigo:
- O CONTEXTO DA REORGANIZAÇÃO
- O PESO DO SOBRENOME KENNEDY
- O QUE A NASCAR PRECISA AGORA
- A VISÃO DE LONGO PRAZO
O CONTEXTO DA REORGANIZAÇÃO
A NASCAR vinha sinalizando há algum tempo que mudanças estruturais estavam a caminho. A saída de Steve Phelps do cargo de presidente gerou cobertura enorme na imprensa especializada americana, com análises longas sobre o legado dele, os erros, os acertos, o período pós-pandemia, a chegada da Next Gen car. Entendo o interesse. Phelps esteve no cargo durante anos de transformação intensa no esporte. Mas confesso que, enquanto todo mundo focava na cadeira que ele deixou vazia, eu ficava olhando para quem estava sendo colocado para sentar em outra cadeira, bem mais estratégica. Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
Ben Kennedy não é um nome desconhecido para quem acompanha a NASCAR de perto. Neto do fundador Bill France Sr. e filho de Brian France — que ficou conhecido tanto pela gestão polêmica quanto por um episódio pessoal constrangedor em 2018 — Ben carrega o sobrenome mais pesado do automobilismo americano nas costas. Mas diferente do que acontece com muitos herdeiros em qualquer área, Kennedy construiu um caminho próprio dentro da estrutura da NASCAR. Começou em funções menores, aprendeu o negócio por dentro, trabalhou em desenvolvimento de produtos e estratégia de corridas. Quem trabalhou com ele no dia a dia fala de alguém que entende tanto o lado comercial quanto o esportivo. Isso é raro. O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
O QUE EARNHARDT JR. DISSE – O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
No segmento Ask Jr., dentro da produção da Dirty Mo Media — empresa de mídia que o próprio Dale Jr. comanda — ele foi questionado sobre as mudanças na cúpula da NASCAR e deu uma resposta que teve mais substância do que os comunicados oficiais da organização. Para Earnhardt Jr., a promoção de Ben Kennedy representa o movimento mais significativo de toda a reestruturação. “Ele é o cara”, disse Junior, com aquela objetividade que faz do programa um dos mais ouvidos entre fãs sérios do esporte.
O ponto central de Earnhardt Jr. é que Kennedy chegou à posição de influência real no momento certo, com o tipo de formação que a NASCAR precisa para encarar os próximos dez anos. O esporte americano de velocidade oval está em um momento delicado: as audiências ainda se recuperam de quedas históricas dos anos 2010, a geração mais jovem de fãs precisa ser conquistada, e o produto esportivo em si — com a Next Gen car — ainda gera debates acalorados sobre o que ganhou e o que perdeu em comparação com as gerações anteriores. A situação de earnhardt aponta ben merece atenção dos torcedores.
A NASCAR dos próximos anos vai precisar de alguém que entenda onde o esporte esteve e onde ele precisa chegar. Phelps era um executivo de comunicação e negócios. Bom no que fazia, mas com limitações claras quando o assunto era o produto esportivo em si. Kennedy tem uma vantagem que nenhum executivo contratado de fora jamais terá: ele cresceu dentro disso. Literalmente. Família, cultura, cheiro de óleo queimado e asfalto. Esse tipo de formação não se compra. A situação de earnhardt aponta ben merece atenção dos torcedores.
POR QUE A OPINIÃO DE DALE JR. IMPORTA – Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
Algumas pessoas podem questionar por que a visão de um ex-piloto reconvertido em apresentador de podcast merece tanta atenção quando o assunto é governança corporativa de uma das maiores organizações esportivas dos Estados Unidos. A resposta é simples: porque Dale Earnhardt Jr. não é qualquer apresentador de podcast.
Ele é o piloto mais popular da história recente da NASCAR — ganhou o prêmio de fã favorito por quinze anos consecutivos, número que ainda assusta quando você pensa bem. Tem relacionamentos com donos de equipes, pilotos, executivos e patrocinadores que poucas pessoas no universo do esporte americano conseguem igualar. Quando ele fala sobre quem tem credibilidade dentro da NASCAR, as pessoas ouvem porque ele tem acesso a conversas que não aparecem em comunicado de imprensa nenhum. O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
Tem também o fato de que Junior não tem papas na língua quando sente que algo está errado. Criticou abertamente decisões da NASCAR em relação à Next Gen car, falou sobre problemas de segurança, questionou regras que achava mal pensadas. Não é o tipo de pessoa que elogia para agradar. Quando ele diz que alguém é “o cara”, isso carrega peso. Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
O PESO DO SOBRENOME KENNEDY
FRANCE – A situação de earnhardt aponta ben merece atenção dos torcedores.
Preciso falar sobre a complexidade da posição de Ben Kennedy porque seria desonesto ignorar. Carregar o sobrenome France dentro da NASCAR é uma faca de dois gumes. Por um lado, abre portas que jamais estariam abertas para qualquer outro executivo — esse é um esporte que foi construído literalmente pela família France, e há um respeito histórico enraizado nisso. Por outro lado, cada erro vai ser amplificado, cada decisão vai ser escrutinada, e a sombra do período turbulento de Brian France ainda paira sobre a organização.
Kennedy parece consciente disso. As aparições públicas dele são medidas, as falas são calculadas. Não é o estilo extrovertido e improvisado do avô Bill France Sr., que construiu a NASCAR com uma mistura de visão e improviso. Ben é mais contido, mais corporativo no bom sentido da palavra — alguém que pensa antes de falar e que sabe que no ambiente atual de mídia social, uma palavra errada vira manchete negativa em minutos. Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
Mas ser contido não significa ser sem personalidade. Quem acompanhou o desenvolvimento da Next Gen car de perto sabe que Kennedy teve papel ativo nas discussões sobre o produto esportivo. Não concordo com todas as escolhas que foram feitas — a Next Gen trouxe corridas mais imprevisíveis em alguns circuitos, mas também criou um produto mais difícil de personalizar para as equipes, o que gerou reclamações legítimas de proprietários menores. Mas o processo foi mais transparente e envolveu mais vozes do que no passado. Isso tem a ver com a cultura que Kennedy representa dentro da organização. O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
O QUE A NASCAR PRECISA AGORA
O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
O esporte americano de oval está em um momento que me parece definidor. As audiências de televisão ainda mostram números preocupantes quando você compara com o pico dos anos 2000, quando a NASCAR chegou a ser o segundo esporte mais assistido nos Estados Unidos, atrás só da NFL. Aquele período ficou para trás, e parte da culpa vai para decisões que afastaram fãs tradicionais enquanto não conseguiam atrair fãs novos em número suficiente.
A geração de fãs que cresceu com Jeff Gordon, Dale Earnhardt Sr. e o próprio Dale Jr. está envelhecendo. A geração mais jovem tem outras opções de entretenimento, e a NASCAR precisou se reinventar para competir. As tentativas de expansão para mercados internacionais — corridas na Europa, na Austrália — são movimentos interessantes, mas o núcleo do produto precisa estar saudável para que qualquer expansão faça sentido. A situação de earnhardt aponta ben merece atenção dos torcedores.
Ben Kennedy entende isso, na avaliação de Earnhardt Jr., e me parece que o ex-piloto tem razão nesse ponto. A NASCAR precisa de liderança que saiba equilibrar tradição e inovação sem sacrificar uma pela outra. O esporte tem uma identidade muito específica — oval, velocidade alta, proximidade com a cultura sulista americana, história de décadas — e toda tentativa de modernização que ignorou essa identidade pagou um preço caro em alienação de fãs. A situação de earnhardt aponta ben merece atenção dos torcedores.
A VISÃO DE LONGO PRAZO
O que torna a perspectiva de Dale Jr. sobre Kennedy especialmente interessante é a dimensão temporal. Junior não está falando sobre o próximo trimestre ou a próxima temporada. Está falando sobre quem vai conduzir a NASCAR pelos próximos quinze, vinte anos. E nessa perspectiva de longo prazo, a escolha de quem realmente detém o poder estratégico importa muito mais do que o nome que aparece no comunicado de imprensa anunciando uma aposentadoria.
A NASCAR é uma organização familiar que nunca deixou de ser uma organização familiar, mesmo quando tentou parecer uma corporação moderna e impessoal. A France sempre foi o núcleo, e Kennedy representa a continuidade dessa linhagem com uma formatação atualizada para o século 21. Ele tem a legitimidade do sobrenome e a formação técnica que os predecessores imediatos não combinaram bem. Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
Confesso que tenho curiosidade genuína sobre como Kennedy vai lidar com os desafios que vêm pela frente. A eletrificação do automobilismo mundial é um tema que a NASCAR ainda precisa abordar de frente — sim, haverá carros elétricos na conversa, inevitavelmente, e a questão é quando e como, não se. A relação com as equipes privatistas precisa ser mais equilibrada, com os times menores tendo condições mais sustentáveis de competição. A questão dos circuitos — quais pistas ficam no calendário, quais são descartadas — sempre gera polêmica e precisa de mão firme e critério claro. Sobre earnhardt aponta ben, vale acompanhar os próximos capítulos.
Nenhuma dessas questões tem solução simples. Todas elas vão definir o que a NASCAR é daqui a uma geração. E segundo Dale Earnhardt Jr., o homem no centro dessas decisões vai ser Ben Kennedy. “Ele é o cara.” Três palavras. Sem rodeios. No estilo do filho do Intimidador. O cenário envolvendo earnhardt aponta ben segue em evolução.
Se Kennedy corresponder à confiança que figuras como Earnhardt Jr. depositam nele, a NASCAR pode estar olhando para um período de estabilidade e crescimento que o esporte precisa há muito tempo. Se não corresponder, o peso do sobrenome France vai pesar de um jeito muito diferente do que pesa hoje. O palco está armado, as peças estão posicionadas. Agora é jogar.
Fonte oficial: NFL




