Calleri céu inferno — Difícil engolir um resultado assim quando você estava na vice-liderança do Brasileirão. O São Paulo foi até São Januário neste sábado à noite e voltou de mãos abanando, depois de uma derrota por 2 a 1 para o Vasco que vai doer por alguns dias. E no centro dessa história de frustrações está Jonathan Calleri, centroavante argentino que viveu em campo uma das atuações mais esquizofrênicas que já vi nesta temporada — ora salvador, ora algoz do próprio time.
Neste artigo:
- O CONTEXTO DA PARTIDA
- A ÓTIMA PRIMEIRA ETAPA
- O SEGUNDO TEMPO QUE MUDOU TUDO
- O PÊNALTI QUE DECIDIU O JOGO
- CALLERI ASSUME A RESPONSABILIDADE
- O PROBLEMA TÁTICO DE ROGER MACHADO
- O QUE ESSA DERROTA SIGNIFICA NA TABELA
- O QUE ESPERAR DE CALLERI E DO SÃO PAULO
O CONTEXTO DA PARTIDA
O São Paulo chegou a São Januário com moral. A equipe de Roger Machado vinha fazendo um Brasileirão consistente, ocupava o segundo lugar na tabela e tinha tudo para confirmar a boa fase longe do Morumbis. O Vasco, por sua vez, jogava em casa e precisava urgentemente de pontos para se afastar da zona de rebaixamento. Esse tipo de jogo tem cheiro próprio: desespero de um lado, confiança do outro. O problema é que o desespero, às vezes, vence a confiança. E foi exatamente o que aconteceu.
A ÓTIMA PRIMEIRA ETAPA
O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.
Confesso que o primeiro tempo me surpreendeu bem. O São Paulo entrou no jogo com intensidade, pressionando a saída de bola do Vasco e criando situações de perigo com velocidade. E foi exatamente aí que Calleri apareceu pela primeira vez de forma positiva. O goleiro Rafael jogou uma bola longa para o centroavante, que brigou feito leão com a zaga vascaína. Robert Renan é um defensor jovem e promissor, mas Calleri o deixou para trás com um drible bonito, seco, sem frescura. A finalização veio, o goleiro espalmou, e Luciano estava no lugar certo para abrir o placar no rebote.
Foi um gol que nasceu da raça de Calleri. Da disposição de ir disputar uma bola que muitos centroavantes mais confortáveis simplesmente deixariam passar. Naquele momento, o argentino parecia estar em uma de suas melhores noites com a camisa tricolor. A torcida são-paulina que foi até a Colina Histórica vibrou, e dava para sentir a confiança do time crescendo dentro de campo.
O SEGUNDO TEMPO QUE MUDOU TUDO
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Mas o futebol tem esse poder cruel de virar a mesa quando você menos espera. O Vasco voltou do intervalo com outro espírito. A pressão dos donos da casa aumentou de forma absurda, e o São Paulo foi recuando progressivamente, perdendo o controle da partida que havia conquistado no primeiro tempo. Quando um time defende com essa profundidade e sem muita organização, é questão de tempo até a barragem ceder. A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.
Foi nesse contexto que o lance mais amargo da noite para Calleri aconteceu. O São Paulo teve a chance de ampliar o marcador, e a bola chegou nos pés do camisa 9 em posição privilegiada. Era o gol que mataria o jogo. Era o momento de cravar o caixão. Calleri chutou, e a bola não entrou. Desperdiçou. Me parece que esse tipo de erro, quando acontece contra um time que está pressionando, tem um peso emocional enorme — tanto para quem jogou quanto para quem assistiu.
O PÊNALTI QUE DECIDIU O JOGO
A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.
Se o gol perdido já era ruim, o que veio depois foi ainda pior. No segundo tempo, em uma jogada dentro da área, Calleri cometeu pênalti. O árbitro apontou para a marca da cal sem hesitar. Nos acréscimos de São Januário, com aquela torcida gritando e a tensão tomando conta de tudo, o Vasco converteu a cobrança e empatou a partida. Depois disso, o time da casa foi em busca da virada, e conseguiu. Placar final: 2 a 1 para o Vasco.
A torcida são-paulina que estava no estádio vaiou. Não foi uma vaia tímida, não. Foi aquele tipo de manifestação que diz muito sobre a frustração acumulada. O time tinha tudo para vencer, abriu o placar, deixou o adversário empatar e ainda levou a virada. Esse roteiro é difícil de engolir para qualquer torcedor. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.
CALLERI ASSUME A RESPONSABILIDADE
Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.
Ao menos o argentino não saiu na surdina. Calleri foi aos microfones depois da partida e foi direto ao ponto, sem enrolação. “Perdemos o gol que eu perdi, depois tomamos dois e saímos com uma derrota, muito furioso”, disse o centroavante, sem papas na língua. “O torcedor está certo de reclamar de nós. A gente entregou hoje. Fizemos os primeiros trinta minutos bons, mas depois não conseguimos ficar muito com a bola, não tivemos tanta chance de gol.”
Ele foi além: “E depois, como eu falei, inevitavelmente, quando chegam 30, 40 vezes perto do gol, têm mais probabilidades de fazer. A gente vai embora daqui muito ruim hoje. Pedimos desculpas ao torcedor, e nós somos os primeiros culpados.”
Respeitei a postura de Calleri. No futebol brasileiro, é raro ver um jogador assumir o erro dessa forma, sem rodeios. Ele poderia ter falado em “coletivo”, em “dia ruim do time”, em “processo”. Não fez isso. Bateu no próprio peito. É o mínimo que se espera de um líder, mas infelizmente o mínimo tem se tornado uma raridade por aqui. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução.
O PROBLEMA TÁTICO DE ROGER MACHADO
Porém, seria injusto jogar tudo nas costas de Calleri. O São Paulo do segundo tempo pareceu um time sem plano. Roger Machado precisa dar respostas sobre como sua equipe desapareceu após os primeiros 30 minutos da partida. O time recuou demais, perdeu a posse de bola, e deixou o Vasco cadenciar o jogo do jeito que quis. Isso é problema de organização tática, não apenas de eficiência individual.
Quando um adversário consegue chegar 30 ou 40 vezes próximo ao seu gol, como o próprio Calleri reconheceu, algo está muito errado na estrutura defensiva. O São Paulo tem jogadores de qualidade, tem elenco para competir — mas uma equipe que permite essa quantidade de situações de perigo claramente perde o controle do jogo lá pelo meio do segundo tempo. E quando você perde o controle contra um time jogando em casa, desesperado por pontos, o resultado pode ser exatamente esse que vimos em São Januário. A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.
O QUE ESSA DERROTA SIGNIFICA NA TABELA
A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.
A queda na tabela é uma consequência imediata e concreta. O São Paulo começou a rodada na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Depois dessa derrota para o Vasco, a equipe deixou São Januário em situação mais delicada, vendo rivais aproveitarem o tropeço para se aproximar ou ultrapassar na classificação. Perder pontos em casa é ruim. Perder fora, contra um adversário que luta para não cair, é uma rasteira ainda mais dolorosa.
O Brasileirão é um campeonato longo, ninguém vai para o título ou para o rebaixamento em uma rodada. Mas esse tipo de resultado mancha a moral de um grupo que vinha construindo algo sólido. A confiança é uma coisa fina no futebol — demora para ser construída e pode ser abalada em 90 minutos. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.
O QUE ESPERAR DE CALLERI E DO SÃO PAULO
Calleri tem qualidade, isso não está em debate. O gol que ele construiu no primeiro tempo, com raça e técnica, mostra que o argentino é um centroavante completo quando está no seu melhor dia. O problema é que no futebol de alto nível, especialmente em jogos com esse peso, os detalhes definem tudo. Uma chance desperdiçada, um pênalti cometido — esses lances são a diferença entre herói e vilão. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.
A boa notícia é que Calleri parece ter consciência disso. A fúria que ele demonstrou nas declarações pós-jogo me parece genuína. Não é raiva de fachada para a câmera. É a raiva de quem sabe que poderia ter feito melhor e não fez. Esse tipo de autocrítica, quando canalizada da forma certa, pode ser o combustível para uma resposta forte nas próximas rodadas. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução.
O São Paulo precisa se recompor rapidamente. O Brasileirão não para, os adversários não esperam, e a tabela vai cobrar essa derrota mais cedo ou mais tarde. Roger Machado tem um trabalho de reconstrução de confiança pela frente — no vestiário, e principalmente nas semanas de treino até o próximo compromisso. Essa noite em São Januário foi para esquecer. Mas antes de esquecer, é melhor aprender com ela.
Fonte oficial: CBF




