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Brasileirão

Organizada invade CT e exige demissão de Rui Costa no São Paulo

20 de abril de 2026 às 17:00Ivan Alves5 min de leitura

Organizada invade exige — A crise no São Paulo não para de se aprofundar. Mesmo ocupando o quarto lugar no Campeonato Brasileiro, o clube vive um clima pesado, daqueles que a gente sente no ar antes mesmo de qualquer resultado ruim. Na última segunda-feira, a principal organizada do clube foi ao CT da Barra Funda cobrar mudanças diretas na gestão. O alvo principal? Rui Costa, diretor executivo de futebol. O nome de Roger Machado, pelo menos por enquanto, ficou fora do pedido de cabeças.

Neste artigo:


O CONTEXTO DA CRISE


Quarto lugar no Brasileirão seria motivo de comemoração em muitos clubes do Brasil. No São Paulo, porém, a torcida enxerga uma equipe que patina, que não convence, que desperdiça um elenco razoável por conta de decisões ruins fora de campo. Confesso que entendo a frustração. Quando você olha para o histórico recente do clube, uma série de trocas de treinadores sem qualquer coerência de projeto, fica difícil acreditar que o problema está no banco de reservas. Crespo foi embora. Rogério Ceni foi embora. Zubeldía foi embora. E o São Paulo continua patinando no mesmo lugar. Em algum momento, alguém tinha que fazer a pergunta óbvia: quem contrata esses técnicos? Quem monta o elenco? Quem define a política esportiva do clube? A resposta leva ao mesmo nome toda vez: Rui Costa. Sobre organizada invade exige, vale acompanhar os próximos capítulos.

A CHEGADA DA ORGANIZADA AO CT

O cenário envolvendo organizada invade exige segue em evolução.

A movimentação começou ainda na entrada do centro de treinamento da Barra Funda. Os líderes da organizada abordaram o presidente Harry Massis enquanto ele chegava de carro. O dirigente optou por parar. Abriu o vidro, ouviu, respondeu. Não foi uma cena de confronto físico, mas o recado estava dado com toda a clareza do mundo. Os torcedores queriam ser ouvidos e não iam sair dali sem isso. A postura de Massis em não simplesmente furar a concentração e ignorar os manifestantes foi, no mínimo, um gesto de respeito. Se vai ter consequência prática, aí é outra história. O cenário envolvendo organizada invade exige segue em evolução.

O que chamou atenção nessa manifestação foi o tom das falas. Não era aquele protesto genérico de torcida brava, com gritos e faixas contra todo mundo. Era algo mais cirúrgico. Os torcedores deixaram claro que não querem a cabeça do técnico. Roger Machado, que assumiu o cargo recentemente, ganhou um crédito que poucos treinadores do São Paulo nos últimos anos tiveram: o benefício da dúvida da própria torcida organizada.

AS FALAS QUE PARARAM O CT


Algumas declarações feitas no protesto circularam nas redes sociais e merecem atenção. Um dos líderes da torcida foi direto ao ponto, sem rodeios: “O técnico é ruim? É um coitado. Sabe por que vai ser mandado embora, como foi o Crespo? Porque esses caras não têm vergonha na cara e o seu Rui Costa também. Já deu, tem que mandar embora o Rui Costa. Técnico não é o culpado, assim como Rogério Ceni não era, Crespo, Zubeldía.” A situação de organizada invade exige merece atenção dos torcedores.

Ou seja, a torcida fez uma leitura histórica do problema. Não é de hoje que técnicos chegam ao São Paulo com expectativa e saem pela porta dos fundos carregando sozinhos um fracasso que foi construído coletivamente pela diretoria. Outro torcedor completou o raciocínio de forma ainda mais direta: “Presidente, faz um favor, manda o Rui embora. É fácil mandar o técnico embora agora. Roger não tem nada a ver com isso e 99% do torcedor está condenando o cara. Tem que mandar quem contratou.” A situação de organizada invade exige merece atenção dos torcedores.

Essa fala resume um sentimento que cresce há meses entre a torcida tricolor. Mandar embora o técnico virou um reflexo automático da diretoria, uma válvula de escape que não resolve nada estrutural. Me parece que a torcida organizada do São Paulo chegou num nível de maturidade analítica que costuma ser raro nesse tipo de protesto. Eles sabem exatamente onde está o problema.

O ENCONTRO COM O ELENCO


Depois da conversa com Massis na entrada, os integrantes da organizada foram autorizados a entrar no CT e se reunir diretamente com os jogadores. O encontro aconteceu na arquibancada interna, com todo o elenco presente. Esse tipo de situação sempre gera desconforto. Imagina você, jogador, sentado na arquibancada ouvindo a torcida cobrar, questionar, às vezes xingar. É uma pressão psicológica que vai além do que acontece numa tarde de jogo no Morumbis com 60 mil pessoas nas arquibancadas. Sobre organizada invade exige, vale acompanhar os próximos capítulos.

A presença do elenco completo nessa reunião é um dado importante. Significa que o clube não tentou esconder o problema nem blindar os jogadores de forma artificial. Deixou o grupo cara a cara com a realidade. Se isso vai produzir alguma reação positiva dentro de campo, depende muito da mentalidade de cada atleta. Tem jogador que entra em campo após uma situação dessa com mais raiva e determinação. Tem outro que trava. O time vai mostrar nas próximas rodadas qual é a resposta. Sobre organizada invade exige, vale acompanhar os próximos capítulos.

RUI COSTA NO CENTRO DO FURACÃO


Rui Costa chegou ao São Paulo com um currículo respeitável e com a missão de dar organização à estrutura de futebol do clube. Nos primeiros meses, teve crédito. Com o tempo, as decisões foram sendo questionadas. Contratações que não encaixaram. Treinadores demitidos antes de consolidar qualquer trabalho. Um planejamento que, na visão de muitos observadores, nunca ficou claro. O cenário envolvendo organizada invade exige segue em evolução.

O futebol brasileiro tem uma característica cruel: quando o time não vai bem, o técnico é o primeiro a pagar. A conta chega no gestor de futebol com muito mais demora, porque a pressão da torcida demora a chegar com precisão nessa figura. No São Paulo, algo mudou. A torcida identificou o endereço certo. Isso coloca Rui Costa numa situação bastante delicada. Harry Massis vai precisar tomar uma decisão, e vai precisar tomar rápido, porque o nível de pressão já passou do ponto em que é possível esperar que as coisas se acalmem sozinhas. O cenário envolvendo organizada invade exige segue em evolução.

ROGER MACHADO GANHA TEMPO


Se tem alguém que saiu dessa segunda-feira em melhor situação do que entrou, esse alguém é Roger Machado. O técnico, que assumiu o São Paulo em meio à turbulência, recebeu uma espécie de salvo-conduto público da torcida. “Roger não tem nada a ver com isso”, disseram os líderes da organizada. Para um treinador que ainda está construindo sua autoridade dentro do clube, ter esse respaldo é valioso.

Mas cuidado: esse respaldo tem prazo de validade. Se o São Paulo começar a perder pontos importantes, se a equipe mostrar desorganização tática, se os jogadores derem a impressão de que não estão comprando a ideia do treinador, a narrativa muda rapidinho. O futebol brasileiro não é paciente, e a torcida organizada do São Paulo também não vai ficar defendendo Roger Machado indefinidamente só pela bondade. Ele precisa entregar resultados, e entregar logo. A situação de organizada invade exige merece atenção dos torcedores.

O QUE ESTÁ EM JOGO

A situação de organizada invade exige merece atenção dos torcedores.

O São Paulo está no G4, mas essa posição esconde fragilidades que qualquer análise mais cuidadosa revela. A diferença de pontos entre o quarto colocado e times que estão logo abaixo costuma ser pequena no meio do campeonato. Uma sequência ruim de quatro, cinco jogos pode tirar o clube da zona de classificação para a Libertadores. E aí a crise que hoje parece administrável vira uma avalanche. Sobre organizada invade exige, vale acompanhar os próximos capítulos.

A diretoria está, na minha leitura, num momento de decisão que vai definir os próximos meses do clube. Manter Rui Costa enquanto a torcida pede sua saída de forma organizada e articulada é uma escolha que tem custo político alto. Demiti-lo às pressas, sem ter um substituto claro e sem um projeto estruturado, pode ser pior do que a doença. É o dilema que Harry Massis vai enfrentar nos próximos dias.

A TEMPERATURA DO SÃO PAULO


O que aconteceu na segunda-feira no CT da Barra Funda não foi um protesto isolado de um grupo de radicais. Foi um recado organizado, com argumento, com pauta definida e com uma leitura política clara do problema. A torcida do São Paulo está com raiva, mas é uma raiva inteligente, que sabe apontar para o lugar certo. Isso, paradoxalmente, é mais perigoso para a diretoria do que um protesto genérico cheio de gritos e empurra-empurra na frente do estádio. Sobre organizada invade exige, vale acompanhar os próximos capítulos.

Os próximos dias vão ser decisivos. O clube precisa responder de alguma forma. Silêncio institucional nesse momento seria uma péssima estratégia. A torcida foi até o CT, conversou, apresentou suas razões. Espera alguma resposta. Se a resposta vier em campo, com uma vitória convincente, parte da pressão se dissipa. Se não vier, a próxima manifestação provavelmente vai ser maior, mais barulhenta e com menos disposição para conversa. O São Paulo está em território de alerta máximo, e todo mundo lá dentro sabe disso. O cenário envolvendo organizada invade exige segue em evolução.

Fonte oficial: CONMEBOL

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A situação de organizada invade exige merece atenção dos torcedores.

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