Renato elogia vasco — O Vasco foi até Belém, encarou o calor do Mangueirão, um Paysandu bem postado e ainda teve que engolir um gol anulado pelo VAR no fim. Mesmo assim, saiu de lá com 2 a 0 no placar e uma vantagem confortável para o jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. Renato Portaluppi comemorou o resultado, mas não deixou barato a decisão do árbitro ao cancelar o terceiro gol do Cruz-Maltino. E, honestamente, difícil não concordar com ele.
Neste artigo:
- O CONTEXTO DA PARTIDA
- O INTERVALO QUE MUDOU TUDO
- SPINELLI E O PESO DE SUBSTITUIR UM ÍDOLO
- O GOL ANULADO E A RAIVA DE RENATO
- O VAR NO BRASIL É UM TEMA SEM FIM
- A ANÁLISE TÁTICA DA NOITE
- O QUE ESPERAR DO JOGO DE VOLTA
O CONTEXTO DA PARTIDA
Jogar em Belém não é moleza para nenhum clube do sul ou sudeste. A viagem é longa, o calor úmido da Amazônia pesa nas pernas já no aquecimento, e o Mangueirão tem uma atmosfera capaz de intimidar qualquer visitante. O Paysandu, que disputa a Série B mas tem tradição de incomodar times grandes na Copa do Brasil, entrou em campo com um plano claro: fechar os espaços no primeiro tempo e tentar surpreender em algum contra-ataque. E funcionou por um bom período.
O Vasco passou os 45 minutos iniciais tropeçando na marcação adversária. O time não conseguia encaixar as jogadas, sofria com as saídas rápidas do Paysandu e gerava pouco perigo. A torcida paraense que estava nas arquibancadas aproveitou para fazer barulho, criando um ambiente hostil que visivelmente deixou o time carioca desconfortável. Confesso que, acompanhando o primeiro tempo, não esperava que o Vasco conseguisse uma vitória tão tranquila no placar final. O cenário envolvendo renato elogia vasco segue em evolução. Sobre renato elogia vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O INTERVALO QUE MUDOU TUDO
Renato Portaluppi é um treinador que não tem papas na língua, mas também sabe ser cirúrgico nos ajustes táticos quando precisa. No intervalo, alguma coisa mudou no vestiário do Vasco. O time voltou para o segundo tempo com muito mais intensidade, pressionando a saída de bola do Paysandu e explorando melhor as costas da defesa adversária. E foi exatamente nesse cenário que Claudio Spinelli apareceu.
O argentino marcou duas vezes e definiu o placar. A atuação dele foi o ponto alto da noite para o lado vascaíno. Contratado para ocupar a vaga deixada por Pablo Vegetti, um ídolo que a torcida ainda chora a ausência, Spinelli vinha sendo cobrado desde que chegou. Dois gols em uma partida de Copa do Brasil, fora de casa, contra um adversário que dificultou a vida do time durante 45 minutos. Isso é resposta. Não a resposta definitiva que vai silenciar todos os críticos de uma vez, mas um bom começo. O cenário envolvendo renato elogia vasco segue em evolução.
SPINELLI E O PESO DE SUBSTITUIR UM ÍDOLO
A situação de renato elogia vasco merece atenção dos torcedores.
O negócio de substituir ídolo no futebol brasileiro é complicado. A torcida do Vasco adorava Vegetti, e qualquer centroavante que chegasse depois dele ia ter que provar muito mais do que o normal. Spinelli chegou carregando essa pressão nas costas, e os primeiros jogos não foram lá essas coisas. A torcida cobrava, a mídia questionava, e o próprio jogador parecia ainda estar buscando o seu ritmo no clube.
Renato fez questão de elogiar o atacante após o apito final. O técnico disse que o jogador aproveitou a oportunidade, e essa leitura faz sentido. Em Copa do Brasil, onde os jogos são eliminatórios e o nível de pressão é outro, marcar dois gols fora de casa tem um peso diferente. Se Spinelli conseguir manter essa produtividade, a discussão sobre quem é melhor ou pior que Vegetti vai aos poucos perdendo força. O futebol resolve essas questões dentro de campo, sempre. A situação de renato elogia vasco merece atenção dos torcedores.
O GOL ANULADO E A RAIVA DE RENATO
Aí chegamos ao ponto mais polêmico da noite. Nos minutos finais, Brenner recebeu um passe em profundidade, disputou a bola com o zagueiro do Paysandu e mandou para o fundo da rede. O estádio parou. A comemoração do time vascaíno foi interrompida pela revisão do VAR, e o árbitro, após consultar o monitor, decidiu anular o gol. Sobre renato elogia vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
Renato foi às câmeras depois e não escondeu a insatisfação. As palavras dele foram cuidadosas, mas o recado estava claro. ‘O gol foi legítimo. Futebol é esporte de contato. Não houve nada no lance. Nem o zagueiro deles reclamou’, disse o treinador, que completou: ‘Não estou reclamando, só alertando. O VAR é complicado.’ Me parece que Renato está certo nessa leitura. O zagueiro do Paysandu, que seria a vítima do suposto fato faltoso, nem foi ao árbitro pedir a anulação. Quando até o jogador que levou a suposta falta não reclama, algo está errado no processo de revisão. Sobre renato elogia vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O VAR NO BRASIL É UM TEMA SEM FIM
Essa história do VAR no futebol brasileiro já renderia um documentário inteiro. A tecnologia foi introduzida para acabar com os erros grosseiros, e em muitos casos cumpre essa função. Mas o critério de revisão virou uma caixinha de surpresas. Às vezes uma disputa corporal completamente normal vira pênalti ou falta em ataque depois de três minutos de análise. Outras vezes, uma jogada flagrantemente errada passa sem que o árbitro seja chamado para rever.
O caso do gol de Brenner se encaixa bem nessa zona cinzenta que tanto incomoda jogadores, técnicos e torcedores. A disputa de bola é parte do jogo. Sempre foi. Centroavante e zagueiro brigando pela bola é futebol puro, não é infração por definição. Quando o VAR começa a punir essas situações com o rigor que às vezes aplica, o jogo fica travado, cheio de interrupções, e perde aquele fluxo natural que faz o futebol ser o esporte mais assistido do mundo. Renato tem razão em alertar. E torço para que alguém nas esferas de decisão da arbitragem brasileira ouça. O cenário envolvendo renato elogia vasco segue em evolução. O cenário envolvendo renato elogia vasco segue em evolução.
A ANÁLISE TÁTICA DA NOITE
Do ponto de vista tático, o Vasco mostrou duas faces em Belém. No primeiro tempo, um time desorganizado, lento na transição e incapaz de criar pressão ofensiva consistente. No segundo, uma equipe completamente diferente, com linhas mais curtas, pressão alta e aproveitamento das oportunidades que apareceram.
O Paysandu, é justo reconhecer, fez um bom trabalho defensivo durante boa parte do jogo. O time paraense dificultou, chegou a assustar em algumas saídas rápidas e só cedeu quando o Vasco elevou o nível de intensidade. Mas a diferença de elenco acabou pesando. Quando o Cruz-Maltino achou o caminho dos gols, o adversário não teve como segurar. A situação de renato elogia vasco merece atenção dos torcedores.
Renato falou sobre a viagem longa e o resultado difícil de ser conquistado, e ele tem razão nisso. Vencer fora de casa em Copa do Brasil, viajando até o Pará, num estádio com boa atmosfera, não é coisa simples. O técnico foi equilibrado na avaliação: reconheceu que o time não esteve bem no início, mas valorizou a reação e a entrega dos jogadores na segunda etapa. A situação de renato elogia vasco merece atenção dos torcedores.
O QUE ESPERAR DO JOGO DE VOLTA
Com 2 a 0 no bolso, o Vasco chega ao jogo de volta no Rio de Janeiro em situação confortável. Para avançar, o Paysandu precisaria vencer por três gols de diferença, o que parece improvável dado o nível dos dois times. Empate ou qualquer vitória do Cruz-Maltino garante a classificação. Uma derrota por um gol de diferença também classifica o Vasco. Sobre renato elogia vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
Renato certamente vai usar o segundo jogo para poupar alguns jogadores e dar oportunidade para peças do elenco que têm jogado menos. O calendário do time carioca é pesado, e economizar energia para o Brasileirão e para outros compromissos é parte da gestão que qualquer treinador experiente precisa fazer nessa fase da temporada.
O torcedor vascaíno pode ficar tranquilo com a classificação. A maior dúvida agora é se Spinelli vai manter esse nível de produção e se firmar de vez como o centroavante titular que o time precisa. Dois gols em uma noite quente em Belém é um bom sinal. O que vem depois vai dizer se foi uma noite especial ou o começo de uma série. Sobre renato elogia vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O Vasco voltou do Mangueirão com vitória, vantagem no placar e uma reclamação justa sobre o VAR. No balanço geral, foi uma boa noite para o Cruz-Maltino. Mesmo que o árbitro não tenha ajudado no fim. O cenário envolvendo renato elogia vasco segue em evolução.
Fonte oficial: CBF




