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PAPO DE MÍDIA: PROFISSIONAIS
Fichas e fotos de cronistas esportivos
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ATENÇÃO
Esta página não tem relação com o cronista destacado e visa apenas destacar uma ficha com histórico
profissional e fotos de momentos de sua carreira. Como seguidamente o PB recebe mensagens de pessoas achando que irão contatar determinado profissional, este aviso quer encerrar qualquer equívoco neste sentido.
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Jorge Kajuru
Apresentador e ex-repórter
Jorge Reis da Costa (Cajuru, SP, 20 de Janeiro de 1961) é apresentador do SBT, fazendo o "Kajuru na Área" para o interior paulista a partir de Ribeirão Preto, e da TV Esporte Interativo, onde faz o "Kajuru Sob Controle". No rádio, apresenta o "Kajuru Sem Controle" na Rede Sucesso. É ainda proprietário da TV Kajuru, transmitida pela Internet.
Adolescente, foi locutor da Rádio Cultura de sua cidade natal, tendo seu programa cortado várias vezes quando fazia críticas ao prefeito, já formando ali o estilo que lhe marcaria para sempre. Em 1976, chegou a Ribeirão Preto e trabalhou na Rádio Renascença ao lado do eterno parceiro José Luiz Datena, adotando como sobrenome o nome de sua cidade. Em 1977, pediu um emprego a Osmar Santos, que conhecera em Ribeirão quando o narrador foi transmitir uma partida do Corinthians. Foi estagiário da rádio-escuta da Rádio Globo por dois meses, mas não chegou ao microfone da emissora.
O primeiro trabalho foi no ano seguinte, na Rádio Capital, dirigida pelo lendário Hélio Ribeiro. Foi demitido depois de um ano e meio após xingar e até empurrar na piscina que havia na rádio o diretor Pedro Crispi pela demissão injusta de um companheiro. Saiu deixando como grande amigo o goiano Jota Jr. Com ele, seguiu para Goiânia, ficando seis meses, e depois cinco anos em Belo Horizonte. Lá, estreou como repórter de televisão na Alterosa, novo nome da antiga Itacolomy, mas também esteve no rádio pela Itatiaia, cobrindo a Copa do Mundo de 1982.
Dois anos depois, participou da primeira equipe de esportes do SBT, que transmitiria o Campeonato Paulista, por indicação de Otávio Pimentel. Na emissora de Sílvio Santos, conheceu Juca Kfouri, até hoje sua grande referência moral, e Osmar de Oliveira, que também se tornou grande amigo. Em 1986, quando cobriu a Copa pelo pool SBT/Record, mudou o sobrenome de Cajuru para Kajuru, muito por conta de uma revolta com o prefeito de sua cidade natal, que não concedeu a sua mãe uma aposentadoria.
Em 1987, deixou o SBT e foi para Goiás para ter sua própria emissora de rádio. Mas não tinha como conseguir uma concessão via Brasília, já que não haveria sinal verde de Íris Rezende, poderoso político local. Então, locou espaços em rádio e TV com uma equipe esportiva chamada "Feras do Kajuru", homenagem dele a João Saldanha, com quem morou em Goiânia por 9 meses. Dez anos depois, dois amigos compraram a Rádio Clube, praticamente abandonada, e repassaram a Jorge, que enfim pôde lançar a Rádio K em 1/12/1997, com direito a uma inauguração com gente como Galvão Bueno, Ivan Lins, Juca Kfouri e Osmar Santos, entre outros presentes. O período em Goiás é narrado no livro "Dossiê K", cujos exemplares foram apreendidos por ação judicial do governador Marconi Perillo, a quem Kajuru sempre combateu.
Em 2000, o jornalista voltou para São Paulo após sua esposa sofrer agressões e ameaças de morte a mando de Perillo. Foi para a RedeTV!, onde dividiu o "Bola na Rede" com Juca e apresentou os programas "A Hora do Kajuru" e "TV Esporte". Saiu em 2002 demitindo-se, no ar, como protesto pela demissão do diretor de jornalismo Alberico de Souza Cruz. Neste ano, foi para a TV Cultura apresentar a "Hora do Esporte" e o "Cartão Verde", além de cobrir férias de Tostão na coluna deste na Folha de S.Paulo.
Em 2003, tornou-se âncora da Rádio Bandeirantes por alguns poucos meses e passou adiante o comando da Rádio K a José Luiz Datena, já que não havia como retornar a Goiás por causa de Marconi Perillo. Neste ano, transferiu-se para a TV Bandeirantes, declinando de um convite da Globo, que tinha o intermédio de Galvão Bueno. Passou a apresentar o "Esporte Total" e, mais à frente, o semanal "Show de Bola", com Renata Cordeiro. No programa diário, vivia anunciando em rede reportagens que só seriam exibidas para São Paulo após as 12h30, quando disparava uma divisão de rede relâmpago, com direito a gesto com a mão direita.
No mesmo jornal, quase apanhou do boxeador Mário Soares, que havia deixado um adversário em coma, ao chamá-lo de covarde na cara. Escapou de ser agredido por intervenção da "turma do deixa-disso", que incluiu Sílvio Luiz e o diretor Fernando Mitre (facilitou para isso o "ET" ser realizado na redação da Central de Jornalismo). Mas em 2004, foi demitido por, na pré-cobertura de Brasil x Argentina, no Mineirão, fazer fortes críticas ao governador mineiro Aécio Neves por privilegiar VIPs com lugares no estádio e reservar poucos ingressos - e ainda caros demais - ao torcedor comum, e se recusar a pedir desculpas ao político para manter seu emprego.
Após este episódio, o ano seguinte foi de três casas novas: a TV Thathi, de Ribeirão, onde apresentou dois programas; a ESPN Brasil, onde participou do "Linha de Passe" e saiu por falta de clima com os demais participantes; e o SBT, onde participou do programa de debates "Fora do Ar" e apresentou o reality show "Casamento à Moda Antiga" e, principalmente, o programa "Jogo Duro", que atingiu grande repercussão. Porém, por pressões de dirigentes e patrocinadores, foi tirado do ar, mas mantido na emissora somente em Ribeirão Preto, ganhando em 2007 o programa "Kajuru na Área", que foi aumentando de duração conforme cresceu em audiência.
Um ano depois, mantendo-se no SBT do interior paulista, voltou à RedeTV! para comentar a Série B do Campeonato Brasileiro e participar do "Bola na Rede", agora ao lado de Fernando Vannucci. Porém, este retorno durou algumas poucas semanas. Jorge contou, à ocasião, ter sido demitido por um conchavo entre Vannucci e o presidente do Corinthians, Andrés Sanches, mas isentou a direção da emissora de maiores críticas. Ele não chegou a comentar partidas do Timão pela Segundona. Em dezembro de 2008, lançou sua emissora 24 horas na Internet, a TV Kajuru, ao lado de diversos colaboradores. Também lançou outro livro, "Condenado a Falar", onde expõe pensamentos e considerações sobre personalidades, e narra histórias de sua vida. E em 2010, ingressou na TV Esporte Interativo.

"Um abraço do tamanho do Brasil!"

Na redação da Band.

Beijando Adriane Galisteu durante o Fora do Ar, no SBT.

Apresentando o Show de Bola, que durou poucos meses.

"Olha só, Paula! Ronaldo Nazário que se cuide, que eu tô que tô!!!"

Juca Kfouri, Kajuru, Emerson Leão e Renata Cordeiro no SB.

Sérgio Noronha, Sílvio Luiz, Kajuru e Juca.
Foto extraída do site de Sílvio Luiz

Kajuru e Juca em conversa intimista e aberta.

Kajuru entrevistado por Jô Soares no SBT...

...e, anos mais tarde, na Globo.

José Fernando Chiavenato (jornalista), José Luiz Datena, o promotor de justiça Roberto Tardelli e Kajuru em descontraída conversa em Ribeirão Preto.

O famoso incidente com o boxer Marinho, no Esporte Total.

Valdir Joaquim de Moraes, Sílvio, Telê Santana e Kajuru em 1986.
Foto extraída do site de Sílvio Luiz

No Kajuru Sem Controle, na Rede Massa, mostrando quantas pessoas honestas ainda existem no futebol brasileiro. |
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