Presidente fpf defende — O futebol brasileiro está cheio de gente com opinião sobre Neymar. Uns querem o craque de volta à Seleção, outros nem querem ouvir o nome dele. Mas quando o presidente da Federação Paulista de Futebol fala sobre o assunto, vale a pena prestar atenção. Reinaldo Carneiro Bastos concedeu entrevista ao jornalista Renato Diniz, da Record News, na última semana, e não fugiu de nenhuma pergunta. Falou de Neymar, da Seleção Brasileira, do futebol feminino e dos desafios do seu último ano no cargo. Papo aberto, sem rodeios.
O NEYMAR E A QUESTÃO DA CONVOCAÇÃO
A pergunta que todo mundo faz voltou à tona: Neymar merece ser convocado para a Copa do Mundo? Para Bastos, a resposta é direta. “Ele, em boas condições físicas, joga em qualquer time meu, sempre”, disse o presidente da FPF sem hesitar. A condição física é o ponto central. O próprio dirigente deixou claro que a convocação faz sentido se o camisa 10 do Santos estiver realmente em forma.
Confesso que essa declaração me parece bastante razoável. Neymar voltou ao Santos depois de uma temporada traumatizante no Al-Hilal, com lesões seguidas e pouquíssimos jogos. Quem acompanhou sabe que foi uma temporada para esquecer. Mas o Neymar que aparece treinando no Santos já tem mostrado outro brilho nos olhos. Se ele mantiver a saúde e o ritmo ao longo dos próximos meses, a discussão sobre a convocação vai ganhar força e vai incomodar muita gente que preferia que essa conversa ficasse enterrada. O cenário envolvendo presidente fpf defende segue em evolução. Sobre presidente fpf defende, vale acompanhar os próximos capítulos.
O OTIMISMO COM A SELEÇÃO BRASILEIRA
Além da questão do Neymar, Bastos foi categórico ao projetar o desempenho do Brasil no próximo Mundial. “A atuação da Seleção Brasileira vai ser a melhor dos últimos tempos”, afirmou ele. É uma declaração forte. Talvez até audaciosa, considerando tudo que a gente viu nas últimas Copas — especialmente o vexame de 2014 que ainda dói, e a eliminação nas quartas em 2022 que também deixou um gosto amargo.
Me parece que Bastos está falando de um sentimento de reconstrução. A Seleção vive uma fase de transição geracional, com jogadores jovens ganhando espaço ao lado de nomes mais experientes. Há uma expectativa real de que esse grupo, bem preparado, possa chegar longe. Mas o otimismo precisa ser temperado com responsabilidade. Já ouvimos essa música antes, e na hora H, o Brasil tropeçou. O cenário envolvendo presidente fpf defende segue em evolução.
O DESAFIO DO TERCEIRO MANDATO
A situação de presidente fpf defende merece atenção dos torcedores.
Reinaldo Carneiro Bastos está no seu último ano à frente da FPF, e o próprio dirigente admite que não é simples. “Um terceiro mandato é desafiador. Precisamos criar novas oportunidades de gestão e de competição para os nossos clubes. Vou ter que me reinventar”, confessou ele durante a entrevista.
Essa honestidade é rara no futebol brasileiro, onde dirigente que admite dificuldade já é quase uma exceção à regra. Bastos sabe que depois de tanto tempo no cargo, o risco de entrar numa zona de conforto é real. A reinvenção que ele menciona passa por formatos de competição, por gestão financeira mais eficiente e por abrir espaço para o futebol feminino ganhar musculatura. São frentes que exigem energia e criatividade, dois atributos que qualquer gestor precisa preservar mesmo nos últimos atos de uma administração. A situação de presidente fpf defende merece atenção dos torcedores.
A QUESTÃO FINANCEIRA DOS CLUBES
O presidente da FPF também opinou sobre os desafios que a CBF e os clubes enfrentam no aspecto financeiro. Para ele, o problema tem raiz histórica. “O clube vem de vícios antigos de gastar mais do que pode”, apontou Bastos, que completou: “Um pé no freio vai ser importante para a reorganização do esporte”. Sobre presidente fpf defende, vale acompanhar os próximos capítulos.
Difícil discordar. O futebol brasileiro convive há décadas com uma cultura de endividamento que parece não ter fim. Contratos milionários assinados sem lastro, folhas salariais que consomem quase toda a receita, negociações mal feitas. O clube que resolve colocar o pé no freio quase sempre sofre nas primeiras rodadas, enfrenta pressão da torcida e descontentamento de jogadores. Mas quem não faz esse ajuste cedo ou tarde se vê numa crise muito mais grave. Os exemplos no Brasil são numerosos. Bastos tem razão no diagnóstico, mesmo que a solução seja muito mais difícil de executar do que parece. Sobre presidente fpf defende, vale acompanhar os próximos capítulos.
O FUTEBOL FEMININO GANHANDO ESPAÇO
Um dos temas que mais chamou atenção na entrevista foi o futebol feminino. Bastos falou com entusiasmo real sobre o crescimento da modalidade e sobre as mudanças no Campeonato Paulista feminino, que terá menos jogos no novo formato. A explicação é estratégica: a ideia é “gerar mais interesse nos clubes, para manter viva a chama dos jogos femininos, que vêm crescendo e têm um público muito participante”.
Isso é uma mudança de mentalidade importante. Durante anos, o futebol feminino no Brasil foi tratado como obrigação, como algo que os clubes faziam por exigência de regulamento, sem qualquer comprometimento real. Hoje a realidade é outra. As arquibancadas estão se enchendo mais. As jogadoras estão ganhando visibilidade. A transmissão dos jogos melhorou. Ainda tem muito chão pela frente, mas o caminho está mais claro. O cenário envolvendo presidente fpf defende segue em evolução. O cenário envolvendo presidente fpf defende segue em evolução.
Uma novidade que o presidente destacou com satisfação foi a presença do VAR em todas as partidas do Campeonato Paulista feminino. Parece simples, mas é um sinal de respeito com a competição. Quando você coloca o VAR num torneio, está dizendo que aquele torneio importa, que as decisões precisam ser corretas, que as jogadoras merecem o mesmo rigor técnico que os homens têm. É um passo pequeno, mas simbólico.
A COPA DO MUNDO FEMININA DE 2027 NO BRASIL –
O grande acontecimento que paira sobre toda essa conversa é a Copa do Mundo Feminina de 2027, que o Brasil vai sediar. Para Bastos, o torneio vai funcionar como um divisor de águas. “Depois dela, além dos patrocinadores, teremos um olhar do povo sobre o que é futebol feminino. O futebol das mulheres será visto de maneira diferente”, projetou o presidente. A situação de presidente fpf defende merece atenção dos torcedores.
Eu acredito nisso. Veja o que aconteceu com o futebol feminino nos Estados Unidos depois da Copa de 1999. Ou o que aconteceu na França depois de 2019. Os grandes torneios têm esse poder de transformar percepções. Quando o brasileiro sentar em frente à televisão ou entrar num estádio para ver a Seleção feminina jogando uma Copa do Mundo em casa, algo vai mudar. A conexão emocional que o torcedor brasileiro tem com o futebol não conhece gênero quando o coração está batendo forte. A situação de presidente fpf defende merece atenção dos torcedores.
O Brasil tem jogadoras talentosas, tem uma geração nova que cresceu vendo a Marta como ídola, tem clubes começando a investir de verdade no setor feminino. A Copa de 2027 pode ser o momento em que tudo isso se une numa experiência coletiva que o país vai lembrar por muito tempo.
O QUE ESPERAR DAQUI PRA FRENTE
Sobre presidente fpf defende, vale acompanhar os próximos capítulos.
A entrevista de Reinaldo Carneiro Bastos toca em vários pontos que definem o momento do futebol brasileiro. A questão do Neymar vai continuar dividindo opiniões até que o jogador mostre, dentro de campo, que merece ou não estar na Copa. O otimismo com a Seleção precisa ser sustentado por resultados concretos nas próximas datas FIFA. A reorganização financeira dos clubes depende de decisões corajosas que poucos dirigentes têm disposição de tomar. E o futebol feminino precisa que as promessas virem realidade antes, durante e depois do Mundial de 2027.
Bastos falou como alguém que conhece as entranhas do futebol paulista e brasileiro. Tem suas opiniões formadas, tem seus vieses, como qualquer dirigente tem. Mas na entrevista demonstrou clareza sobre os problemas e não fugiu das respostas difíceis. No fim das contas, o futebol brasileiro precisa de mais gente disposta a dizer “vou ter que me reinventar” do que de gente que finge que tudo está sob controle. Esse é o recado mais honesto que saiu da conversa toda. Sobre presidente fpf defende, vale acompanhar os próximos capítulos.
Fonte oficial: FIFA



